Proteínas vs Problemas Renais: È precisa mesmo tanta proteína?

Entender como se fosse uma proteína e ela se pode causar em excesso.

Proteínas  São Moléculas Compostos Orgânicos (Primeiros Passos, Oxigênio, Hidrogênio e Nitrogênio), podendo também ser utilizados como elementos de composição, como o Enxofre em SUA Composição) POR Estruturas Básicas denominadas  Aminoacidos .

Estes são as formas que constroem um muro, sendo este, por conseguinte, como proteínas. As diferentes formas, em diferentes combinações de aminoácidos, são as diversas formas e infinitas, pois, geralmente obedecem ao DNA do indivíduo, e as diferentes estruturas e espaços, são como pedras são elementos fundamentais. para a vida, uma vez que, de maneira geral a constitui.

Quimicamente falando, a estrutura de um aminoácido, por sua vez, é um grupo amino, grupo unido, um núcleo central, ou alfa, eo grupo lateral, ou radical.

O DNA é capaz de sintetizar como proteínas de acordo com o DNA e os mecanismos que facilitam essa ação, como uma proteína proteica, dando uma responsabilidade à vida. Entretanto, as proteínas são capazes de sintetizar o corpo humano, mas também são necessárias que sejam sintetizadas. Os 20 principais aminoácidos, 11 são não essenciais, ou seja, precisam formar, enquanto os restantes, são como aminoácidos essenciais, não conseguidos.

As  funções das proteínas , na constituição da vida, são inúmeras, visto que, como já dito, são um constituinte. Entretanto, as edições são realmente impossíveis de serem publicadas por completo, porém, como principais, podemos citar a existência de uma célula  , como fontes energéticas, como enzimas, que são proteínas, uma base de algumas partículas e secreções, funcoes Relacionadas com hormonas, inúmeros Transportes de substancias Não interno do Meio, a Formação dos Tecidos e Órgãos, em Alguns Casos o Fornecimento energético, a Degradação de Alguns Compostos etc . Assim, como podemos observar, uma  proteína está diretamente ligada com o metabolismo Em geral e é difícil citar, se quer um processo metabólico, de alguma forma não envolva proteínas ou aminoácidos.

Porém, tanto para uma síntese de aminoácidos e até mesmo para o tipo de tipo de proteínas, é necessário um substrato anterior, ou seja, por mais que tenha um material adequado para o exterior, faça o mesmo. Uma vez que o corpo não  digerem proteínas , mas sim, aminoácidos (e somente aminoácidos cairão na corrente sanguínea), então, podemos acabar com esses fatos da energia que, diga-se de passagem, parece ser o principal fator de alguns fatores excitantes que envolvem as proteínas e seus processos metabólicos.

É inquestionável que o  proteico é indispensável  para a vida. Por que ele deve ser desenvolvido. E, diante disso, é claro que não poderímos deixar de estudar, como e quando consumir tais proteínas, embora, muito diferente de se pode obter estudos sobre a proteína, a criação de padrões atuais e a base em pesquisas específicas para as populações em geral, ou grupos específicos em relação ao consumo proteico.

Diversas são as que existem hoje, cada uma com sua base em um fator: Étnico, nível de atividades físicas, é um caso de uma pessoa com idade, peso, peso, ausência ou presença de algum tipo de enfermidade etc. , o que interessa mesmo sem this object é a nossa recomendação, não é mesmo? Pois bem… É neste momento que começa um dilema e, diria eu, uma polêmica também.

As tasks needed to the same data base, one average that did the specified the same and, to same time is leave of provide the nutritive needed. Isso porque, se são nutrientes nutritivos  em excesso , trarão prejuízos, assim como a falta, também são deficiências e deficiências, que podem ser muito sérias. Especificamente no caso das proteínas, as células germinativas não são metabolizáveis ​​e são extremamente tóxicas ao corpo, em especial ao cérebro, tais como a amônia (que incluem inclusivamente as suas numerosas conversões no ciclo da ureia). No caso de déficit, por conseqüência, os índices de perda de massa muscular, massa óssea e até mesmo uma produção hormonal podem diminuir.

Hoje, o recomendado para a população referente à ingestão de proteínas é de aproximadamente 0,8-1,0g/kg de proteínas, apesar de pouco a pouco isso estar se transformando em quantidades maiores, principalmente pelos tipos de hábitos alimentares que nossa população tem (extremamente “hiperprotéica”). Regrada ao próprio arroz e massas que já é rico em proteínas, pedaços de carne, hábitos alimentares envolvendo o consumo de lácteos e também de carnes (o prato de um portugês tem de ter algum tipo de carne, seja qual for), como podes imaginar fica praticamente impossível obedecer a estas recomendações. Entretanto, isso faz da população uma população doentia? Se levarmos em conta que há outros países consomem ainda mais proteína do que nós, então imagina que essas quantidades são ainda maiores e, no entanto, a populção desses países também não podem ser consideradas uma população doentia. Digo isto, pois, perante a céticos da nutrição clássica, exceder essas quantidades pode aparentemente (diria ceticamente) prejudicar as funções renais, as funções hepáticas, comprometer algumas enzimas hepáticas, causar desequilíbrios na concentração de ureia que será excretada e assim por diante…

Mas, vamos la entender direito como ocorre este processo de metabolismo proteico de uma maneira bastante simples e geral:

O primeiro passo após a ingestão de proteínas é a sua digestão, ou os processos de hidrólise, que começam no estômago por conta do pH e da pepsina, que é a primeira enzima proteolítica. Após este procedimento, os peptídeos passaram para o duodeno, onde continuarão a ser hidrolisados por outras enzimas tais quais a tripsina, as carboxipeptidases, elastases e a quimiotripsina. Percorrendo então o intestino delgado, os aminoácidos terão livre acesso à corrente sanguínea após ultrapassarem as membranas dos enterócitos. Já os dipeptídeos e tripeptídeos ainda sofrerão algumas hidrólises dentro dos enterócitos, antes que possam cair em forma de aminoácidos livres na corrente sanguínea.

Estes aminoácidos passarão por inúmeros processos envolvidos com o que chamamos de “turn over proteico”, ou seja, o processo de síntese e degradação de proteínas do nosso corpo que acontece a todo o momento. Já os aminoácidos que não forem utilizados, serão oxidados, sofrendo então um processo chamado transaminação, ou a retirada de seu radical amino.

Este radical é transferido para o α-cetoglutarado através da aminotransferase, formando assim o glutamato. Este glutamato por sua vez é uma espécie de “recolhedor de amônia”, sendo que esta servirá para a síntese de outros aminoácidos, no qual a cadeia carbônica poderá ir para inúmeras outras vias. A depender de qual é esta via, esta estrutura entrará nas diferentes etapas do ciclo do ácido cítrico, descoberto também por Krebs (ciclo de krebs que iremos falar brevemente). Essa via é importante, pois, entre outras, também participa da excreção de amônia do corpo (cerca de 30-40g/dia) quando está correlacionada com o ciclo da uréia. Excretamos porém, a amônia em forma de ureia, pois, esta molécula é muito mais solúvel, necessitando então de quantidades menores de água. Para que a amônia seja transformada em ureia, o radical amino combinado com uma molécula de CO2, formam a citrulina, que será convertida em arginosuccinato, podendo seguir a via do ciclo do ácido cítrico como fumarato ou o cicloda ureia como arginina e posteriormente ornitina para dar continuidade ao ciclo ou ureia, para ser excretada.

Portanto, como podemos ver, o excesso de proteínas não necessariamente participará da renovação proteica ou tão pouco necessariamente induzirá níveis maiores de síntese de tecidos, mas sim, serão oxidados, gerando energia e, entre outros, podendo ser transformado também em GORDURA CORPORAL (ao contrário do que alguns imaginam, proteínas podem SIM ser convertidas e armazenadas no corpo como gordura.).

Segundo pesquisas mais recentes, publicadas na ISSN, o consumo de 2g/kg de proteína para praticantes de atividade física em níveis moderados e/ou intensos não só tem mostrado não serem prejudiciais para o corpo humano, como também não tem apresentado quaisquer desordens de saúde. Inclusive, essa quantidade não é nem muitas vezes necessária especificamente para praticantes de atividades físicas, mas pessoas comuns que procuram o emagrecimento e possuem dieta pobre em glicídos, pessoas com enfermidades tais quais HIV e outras. Devo dizer que, inclusive, pesquisas com valores até superiores a esses obtiveram ótimos resultados sem apresentar efeitos colaterais.

Então quer dizer que o consumo proteico deve necessariamente ser alto pelo praticante de atividades físicas? Bem, vamos com calma porque é aí que muita gente entende errado o consumir proteínas acima da recomendação diária e o consumir proteínas desregradamente, gerando então os prejuízos à saúde. Apesar de não existir um consenso que possa nos dizer qual é o limite do consumo protéico, pois, além de estarmos falando de recomendações específicas para atletas que devem ser individualmente projetadas e bem orientadas por um profissional, sabemos que o que de fato faz mal não é ingerir quantidades acima do recomendado, mas, quantidades que superem suas necessidades.

Instintivamente, o novo praticante de musculação mal orientado que entra em num ginásio para ganhar massa muscular, pode começar a ouvir alguns mais experientes de ginásio ou até mesmo iniciar seu “conhecimento científico” por meio de fontes não confiáveis de informação. Isso pode o levar a fazer o que muitos fazem: “Toca de enfiar proteína na dieta à maluca!”, ou seja, um indivíduo que normalmente consumia 1 bife por dia, passa a consumir 3 ou 4, adiciona queijo, leite, ovos, outras carnes e ainda compra um pote de proteína hidrolisada em pó para tomar depois do treino. É claro, dores de barriga, desconfortos gastrointestinais e até mesmo algum possível prejuízo de ordem hepática ou renal podem vir a acontecer. Além disso, alguns estudos até associam esse mal consumo (leia-se consumo excessivo) com o possível aumento de prolactina. Isso porque, um praticante de musculação de nível médio ou até mesmo aquele que não visa um alto rendimento, precisa de uma boa estrutura dietética que compactue com seu objetivo e AO MESMO TEMPO COM AS SUAS NECESSIDADES INDIVIDUAIS, ou seja, não de exageros ou de quantidades comparadas a um efetivo atleta de elite que, neste caso sim necessitará de quantidades de praticamente todos os micro e macronutrientes muito maiores que as recomendações para a população em geral. Como dito, esse tipo de indivíduo de alto rendimento, consome quantidades maiores porque o corpo dele precisa dessas quantidades e não desperdiçará ou tão pouco acarretará prejuízos. Para obtermos a hipertrofia muscular, a proteína não é o único fator que interferirá: Sem as quantidades corretas de carboidratos, lipídios, micronutrientes, água, treino pesado e coerente, descanso adequado, níveis hormonais e saúde em dia e outros fatores, poderemos ingerir o quanto for de proteína e, mesmo assim não teremos bons resultados.

Agora imagina os rins e o fígado tendo que trabalhar a todo o vapor para poder dar conta deste grande recado que é a conversão da amônia, aliada a sua excreção. Certamente, uma máquina que funciona 24h por dia acima das capacidades pelas quais ela foi projetada tem uma durabilidade menor do que uma que funciona 10 ou 12h por dia, ou até mesmo as mesmas 24h, porém com um trabalho bem menor.

Devo dizer até que, na maioria dos casos, quando falamos desses indivíduos e eles procuram um nutricionista, e se julgam apenas dignos de trabalhar com nutricionistas esportivos, quando na verdade um nutricionista clínico já supriria suas necessidades. Mas… Apesar disso, não é incomum vermos alguns gigantes da musculação criticando os nutricionistas dizendo que é desnecessário consumir quantidades acima de 1,5g/kg de proteína.

CÉTICOS, LEMBREM-SE: UM NUTRICIONISTA DÁ RECOMENDAÇÕES PADRONIZADAS QUANDO ATUA EM PÚBLICO. PORTANTO, CRITICÁ-LO NESTE PONTO BASEANDO-SE NUMA RECOMENDAÇÃO QUE DEVERIA SER ESPECÍFICA, É UM GRANDE ERRO!

A proteína e a ingestão protéica devem estar de acordo com o principal objetivo da proteína na hipertrofia que, basicamente, além das funções fisiológicas normais, servirá como substrato para a supercompensação protéica e assim, gerará o ganho muscular. Mas, lembre-te que há um limite nessa supercompensação e, limite esse que é quebrado dia-a-dia conforme o nosso progresso e não de um dia pro outro. De contrário, estaremos realmente sobrecarregando nosso organismo. Seja para o praticante de atividades físicas ou para o desportista que não visa a competição, a melhor fórmula ainda é o equilíbrio dietético, ou seja, uma dieta rica, variada e equilibrada.

Conclusão:

Não é uma obrigação que pode ser batida em relação às proteínas ser consumidas de proteínas. O que há de errado pode ser comprovado se é prejudicial, mas não exagerado, pode ser incluído em vários casos. Entretanto, as pessoas são de acordo com as necessidades individuais de cada indivíduo, não sendo excessivos, mas sim, uma dieta mais equilibrada possível.

Bons treinos.

Be the first to comment

Leave a Reply

Your email address will not be published.


*