10 Dicas para boa alimentação

Como falar de boa alimentação? como devemos nos alimentar? será que estamos combinando bem os alimentos?

Você sabia que mesmo os alimentos mais saudáveis podem ser prejudiciais ao nosso organismo? pois bem, vejamos: Os alimentos, mesmo saudáveis, podem fazer mal se ingeridos em combinações impróprias, em quantidades excessivas ou em horários inadequados. Ainda, a má mastigação ou a ansiedade à mesa podem estragar a ação biogênica ou bioativa de qualquer comida. Por isso, mostrarei as 10 dicas para boa alimentação apresentando alguns fatores para uma alimentação saudável.

1 – Qualidade

Existem alimentos saudáveis e alimentos prejudiciais. Pragmaticamente, há também alimentos de “fácil digestão” e de “difícil digestão”. Temos como exemplo as frituras, as gorduras utilizadas em frituras dificultam consideravelmente a digestão. O calor decompõe a gordura na frigideira, liberando substâncias que vão irritar o estômago, o fígado e os intestinos. Então sabemos que devemos evitar tanto quanto for possível as frituras, pois o nosso organismo tende a rejeitá-la.

2 – Quantidade

A fim de que a digestão aconteça normalmente, para termos uma saúde inabalável, é indispensável que cuidemos não só da qualidade, mas também da quantidade dos alimentos que ingerimos. A quantidade de alimentos para ingestão varia de pessoa pra pessoa, pois deve ser analisado a sua rotina de atividades e o seu momento fisiológico. Nem devemos comer demais, nem de menos. A cada fase que vamos passando é exigido um nível adequado de alimentação. Para saber o seu momento adequado de alimentação aconselhamos buscar um nutricionista, contudo ressaltamos que comer e beber em excesso provoca uma dilatação no estômago que com o passar tempo torna-se crônica. Por isso a importância de saber a quantidade correta de alimento para o seu momento fisiológico.

3 – Bom Humor

Quem diria que esse seria um item para a boa alimentação. As funções digestivas estão ligadas ao sistema nervoso autônomo, cuja ação pode ser prejudicada pelo estado da mente ou do corpo. Um susto, uma sensação de medo, ira ou tristeza, um esforço intelectual excessivo, um exercício físico cansativo são causas que afetam prejudicialmente os processos digestivos. Então um ambiente harmonioso, alegre, com conversas agradáveis durante as refeições não trazem somente benefícios de ordem psíquica, mas também de ordem fisiológica.

Se é verdade que a boa digestão é influenciada pelo apetite com que ingerimos os alimentos, não é menos verdade que o apetite é sempre aumentado pelo ambiente agradável. Por isso devemos evitar situações desagradáveis durante as refeições. É recomendável também desligar a TV ou Computador durante as refeições.

A alegria e o bom humor estimulam equilibradamente o nervo vago, cuja zona de influência se estende a todos os órgãos digestivos. Em virtude de tal excitação, há um aumento de secreção da saliva e do suco gástrico, o fígado e o pâncreas trabalham em ritmo acelerado, derramando no intestino uma maior quantidade de sucos digestivos, resultando numa digestão mais fácil e completa dos alimentos, trazendo uma maior assimilação e melhor nutrição. Portanto o alimento digerido e assimilado é alimento aproveitado.

4 – Boa Mastigação

Um ato muito importante ligado a digestão, é a mastigação. Um alimento bem mastigado é um alimento meio digerido, nos mostram a sabedoria alemã. Quem não quiser sofrer de má digestão, aprenda a mastigar bem os alimentos, porém o bom estado dos dentes é um elemento imprescindível para a boa mastigação. Não devemos esquecer que a digestão começa na boca e sendo a mastigação um ato voluntário, devemos triturar bem os alimentos para garantir a eficácia da ação dos sucos digestivos.

5 – Intervalo regular entre as refeições

Para que as glândulas secretoras dos sucos digestivos funcionem normalmente, é preciso que tenham seu tempo certo para a ação e para o descanso. O mais recomendado é tenhamos pequenas refeições com intervalo de 3 horas entre elas, totalizando 6 refeições diárias para quem tem uma rotina normal. Se sua rotina tiver uma atividade específica, ou horários variados é mais aconselhável procurar um nutricionista para adequar suas refeições aos seus horários e atividades executadas.

6 – Distância entre o esforço físico e a comida

Muita gente crê que uma pessoa cansada deve depressa alimentar-se, para em seguida repousar. Um grande erro, a primeira necessidade da pessoa fatigada é descansar em lugar fresco, escuro e silencioso. Estudos revelam que, num homem sadio, existe pouco ou quase nenhum suco gástrico logo após um exercício violento. Por isso, não se deve comer logo após um grande exercício físico e nem se deve fazer grande esforço físico após uma refeição, é recomendável sempre uma caminhada leve.

7 – Distância entre a hora de deitar e se alimentar

O estômago é composto de um conjunto de músculos lisos que entram em ação durante o processo da digestão. Assim como todos os outros músculos do nosso corpo, o estômago também precisa de seu momento de repouso. Trabalhando do desjejum até que o jantar e a ceia sejam digeridos, isso deverá fazer o estômago trabalhar até uma meia noite em média. Por isso não são recomendados alimentos mais pesados e de difícil digestão a noite, para que não haja grande desgaste no sistema digestivo e ele não perca seu poder de ação.

8 – Bom Paladar

Devemos sempre nos alimentar de alimentos que nos trazem um bom paladar para que possamos ter um melhor proveito da alimentação ingerida, pois as glândulas do estômagos tornam-se especialmente mais ativas, produzindo maior quantidade de fluidos digestivos, operando com maior eficácia os processos da digestão. Por isso nunca é demais lembrar que os alimentos devem ser simples e saudáveis, e ser agradável à vista, ao paladar e ao olfato de quem irá consumi-los.

9 – Combinações Saudáveis

Usar mito líquido com alimentos sólidos durante as refeições podem atrapalhar a digestão. Misturar muitas variedades de alimentos numa única refeição aumenta a probabilidade de eventuais incompatibilidades. Sobremesas suculentas, sucos ou líquidos junto com a comida são hábitos que devem ser evitados.

10 – Adequação

Deve-se adequar quantitativa e qualitativamente a alimentação à necessidade de cada indivíduo. Gestantes e crianças em fase de crescimento requererão, entre outros nutrientes, mais proteínas e cálcio, enquanto trabalhadores braçais deverão ingerir mais calorias para atender à sua elevada demanda energética. Pessoas doentes irão necessitar de uma dieta especial para sua enfermidade. Como já recomendado anteriormente, consulte um nutricionista para melhor adequar o modo de suprir as suas necessidades individuais e específicas.

Espero muito que tenham gostado deste artigo.

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